terça-feira, 11 de abril de 2017

C. Caç. 3482 - Convívio 2017



Caros Amigos,
Avizinha-se mais um CONVÍVIO, já vamos no 42º,  da nossa C. CAÇ. 3482.
Como já havia referido, sem indicar o local, vai acontecer no próximo dia 4 de Junho, pelas 13.00 h no Restaurante "O TIROL" na Rua de ANSIÃO, nº 13 no POMBAL. O nr. de telefone do restaurante é o 236 212 404.
Como é hábito, as inscrições devem ser feitas até ao próximo dia 28 de Maio para o Fernando Rodrigues ou para o José Fernandes, utilizando os nrs. de telefone que indico:
    - FERNANDO RODRIGUES - 214 715 689;
    - JOSÉ FERNANDES - 222 059 309.
Obviamente que apelo a todos os amigos que o possam fazer, que compareçam, levando os familiares que o desejem. Eu vou igualmente, fazer os possíveis para também participar.

Aproveito para vos desejar, a vós e aos vossos familiares, uma ótima Páscoa.





sexta-feira, 10 de março de 2017

Quixico

Uma "vista do Quixico" como ainda não tinha conseguido obter. Vê-se o quartel na totalidade e a pista de aviação. Dá para ver as densas montanhas que nos cercavam. Uma vez mais me pergunto, sobre a razão de nunca termos sido atacados (nos quarteis claro)... também tinhamos os camaradas africanos, que se suspeitava passarem informações para a guerrilha e depois para além de "tecnicamente bons" sempre desenvolvemos uma ação psicológica adequada, já que mais não tenha sido, junto das mulheres.

Lavadeiras e não só

E haviam as nossas lavadeiras, que por vezes também lavavam o "quico". Mulheres lindissimas que ainda hoje recordo. Lembram-se da Rita de Ambrizete? Tive-a no quarto da Musserra durante mais de meia hora (alguém cometeu a "malandrice" de a levar a entrar fechando a porta à chave de seguida...). Não lhe toquei. Passou a gostar um pouquinho de mim. Terá sido a negra mais linda que conheci em Angola.

Confraternizações... Sempre

Era frequente tomar algumas refeições, principalmente nos dias festivos, quer ao nível do GC quer da Companhia. Cimentava a amizade e a cooperação sempre que necessária.

A PISCINA do Lué

E a homenagem merecida aos construtores da piscina do Lué. Ali, debaixo daquela mangueira que recolhia a água numa nascente da colina em frente do quartel, se é que se pode chamar quartel, aquele casebre... Lembram-se como era à noite? Tinhamos de acender umas "mechas" colocadas em latas, o que dava alguma claridade enquanto acesas. Ainda hoje me pergunto sobre a razão de nunca termos sido ali atacados. Eu diria que foi porque "nunca abandalhamos" e nos mantivemos sempre alerta, desde o primeiro dia até ao último. Custou um pouco? Sim custou. Mas hoje agradecemos tê-lo feito.

E o Futebol sempre presente

Havia uma competição saudável entre o primeiro e o segundo Grupos de Combate. O resultado era sempre imprevisível. O segundo Grupo tinha um "camadada" do Norte (Porto?) que jogava muito bem. O primeiro tinha o Martins e o Abreu igualmente bons jogadores. E havia também o Carneiro, penso que do terceiro Grupo, que tambem não jogava nada mal. De facto, recordar é "reviver"... Saudades? Claro.




Praias lindíssimas: Musserra? Ambriz?

Claro que também tinhamos momentos de descontração... praias maravilhosas, areia finíssima, água pura e cristalina e temperaturas por nós nunca antes sentidas... Conheci praticamente toda a costa angolana. Destinos paradisíacos quando um dia puderem ser aproveitados...


Loge

Diria que se trata do Loge. As casernas, "o apartamento" do "comandante" e obviamente as viaturas em que percorremos milhares de Kms...


Terras de Angola

E eis que chegamos a Angola. Era tudo diferente. E não estou a falar das pessoas. Um calor abrasador, terra quase vermelha e paisagens lindíssimas.


Companhia da Marinha

Como certamente se recordarão, já próximos de Angola, passámos a ser acompanhados por um navio da Marinha. Era o princípio da guerra e do que sabíamos que ia acontecer quando desembarcassemos em Luanda.


Vera Cruz - Cruzeiro pelo Atlântico

Continuo com o "cruzeiro" que fizemos no Vera Cruz. Trata-se da piscina do navio. Certamente os melhores dias da nossa "Comissão", pelo menos para os oficias que tinham direito a tratamento VIP. Penso que reconhecerão todos. Pelo menos reconhecerão este vosso amigo e o Tinoco.

Recordar para não mais esquecer.

O nosso Amigo e ex-alferes Tinoco fez-me chegar várias fotografias. Vou publicá-las todas, sempre que possível referenciando-as. Começo por Tomar e o Segundo Grupo. Certamente que alguns de vós se reconhecerão nas duas fotografias. Eu tenho dificuldades em reconhecer a maioria.


sexta-feira, 3 de março de 2017

Último encontro da C. Caç. 3482

Alguns amigos, fizeram-me chegar fotografias do último encontro. Aqui ficam para mais tarde recordarmos. E FORÇA. Enviem tudo o que tiverem, principalmente sobre a nossa "estadia" em Angola. Tenho pouquíssimas de Ambrizete, da Musserra e do Loge e gostava de publicar algumas. Se tiverem enviem. Eu publico de certeza. E o Rodrigues informou que o próximo Almoço será a 4 de Junho. Agendem e nada de compromissos para esse dia. Abraço. J














quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Amor e Guerra: de Coimbra a Nambuangongo

Amor e Guerra - Vídeo de suporte ao Livro
Imperdoavelmente, não incluí aqui, o vídeo que acompanhou o lançamento do Livro.
Sigam o link. Claro que está muito ligado ao "José Luís", mas é dele e da Inês que o Livro conta a história... (copiem o link para a "barra de ferramentas" e cliquem depois).

https://meocloud.pt/link/ffbb17ac-4bee-42bf-adb6-03624256fb33/amor%20e%20guerra/

sábado, 21 de janeiro de 2017

Amor e Guerra: De Coimbra a Nambuangongo


Sigam o link que anexo, se pretenderem ver a informação sobre a venda do LIvro pela Chiado Editora:
https://www.chiadoeditora.com/livraria/amor-e-guerra-de-coimbra-a-nambuangongo

https://www.chiadoeditora.com/livraria/amor-e-guerra-de-coimbra-a-nambuangongo


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Amor e Guerra: De Coimbra a Nambuangongo


Caros Amigos e Caras Amigas,
O lançamento do Livro Amor e Guerra: de Coimbra a Nanbuangongo concretizou-se ontem. Foi um momento agradável de convívio, confraternização e acima de tudo de participação por parte dos amigos/amigas que puderam estar presentes. A todos eles, mas também aos que o não o puderam fazer, o meu muito obrigado.
Um agradecimento especial à minha esposa e aos meus filhos, que sempre me apoiaram neste projeto, ao Dr. Carlos Silva e ao Engº Luís Filipe, que penso que exageraram nas virtudes que atribuíram, a mim e ao Livro e, também, ao Dr. Faria de Oliveira que declamou de forma eloquente o poema do Manuel Alegre, Nambuangongo Meu Amor, e repito, aos amigos presentes, destacando de entre eles, o Moura e o Costa que “nos” acompanhámos em Angola durante 29 longos meses.
Também à Chiado Editora, devo agradecer a forma amável e profissional como apoiaram o evento.
Fiquei de escrever mais qualquer coisa... adiantei o nome: “ OS FILHOS DA GUERRA”. Vamos esperar que a imaginação flua e que isso aconteça...